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É tão lindo amar. Andar bobamente pelas ruas. Ai! Topada da porra!

Não desisto de caçar borboletas em formato de coraçõezinhos. Ai! Ferroada filha da mãe que essa abelha me deu!

Andar na chuva, gritando para todos ouvir “eu te amo!” … Pular poças d’água e desli… Ai! Puta que pariu! Que tombo horrível, escorreguei na calçada.

Porque não sou abraçado pelo glamour do amor poético? Porque tenho que sofrer por amor, e me machucar por amor?

E no fim ela ir embora para balada e me deixar aqui, cheio de hematomas e curativos. Amor? Amor é o cacete!

Imagem:  Cooper Smith on Unsplash

Texto: Tarcísio Oliveira

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